A proposta quer reduzir lavagem de dinheiro e sonegação; o texto ainda passa por nova votação
Via G1

O texto também determina que o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleça limites para operações em dinheiro vivo, incluindo pagamentos de boletos e cheques. Acima desses valores, as transações terão de ser feitas por meios eletrônicos.
A proposta, do senador Flávio Arns (PSB-PR), ainda será votada em um turno suplementar na CCJ. Se aprovada novamente, segue para a Câmara dos Deputados, sem passar pelo plenário do Senado — a menos que haja recurso.
O relator, Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), destacou que o uso de dinheiro físico facilita crimes e que medidas semelhantes já existem em países como Estados Unidos e Canadá.
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