Monique de Carvalho - SNB
O canudo muda de cor quando entra em contado com bebida adulterada por metanol foi desenvolvido por estudantes da Paraíba
Foto: Freepik

O trabalho rápido e certeiro foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).
A ideia simples e acessível, que pode salvar vidas, consegue detectar adulterações em poucos minutos.
Quando começou o estudo
O estudo começou em 2023, antes da onda de intoxicação por metanol e, agora em 2025, ganhou destaque internacional com artigos publicados na revista Food Chemistry, uma das mais respeitadas no campo da ciência dos alimentos.
O primeiro passo da pesquisa foi criar um método usando luz infravermelha.
O equipamento é capaz de analisar garrafas fechadas, provocando uma reação nas moléculas do líquido. Um software interpreta os dados e aponta adulterações, como adição de água ou presença de metanol. Mais no sonoticiaboa
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