Por Gabriel Lopes
Imagem meramente ilustrativa | Foto: Reprodução / Google Street View

As medidas administrativas, formalizadas em portarias nesta semana, foram tomadas com base em alegações de condutas impróprias que teriam ocorrido entre os anos de 2023 e 2025 e que constam em Procedimento Investigativo Criminal e uma denúncia recebida pela Vara Criminal de Cocos (Ação Penal). O processo está em segredo de Justiça.
Segundo a portaria que instituiu o PAD, será averiguada a conduta da servidora, especificamente a alegação de ter, de forma reiterada e sistemática, "deixado de praticar, indevidamente, atos de ofício para satisfazer interesse ou sentimento pessoal".
Entre as frentes de apuração estão:
Suposta omissão no cumprimento de requisições ministeriais e determinações judiciais, resultando, segundo a portaria, na prescrição de pretensões punitivas;Suposta obstaculização ao trabalho de órgãos de proteção, como o Conselho Tutelar e o CREAS, e descumprimento de mandado de prisão;Alegação de inserção de declaração supostamente falsa em documentos públicos, com a finalidade de alterar a verdade sobre o acervo de inquéritos pendentes, apresentando números "drasticamente inferiores à realidade" com o intuito de ludibriar o órgão de controle externo e obter prorrogações de prazo; Mais no bahianoticias
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