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segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Após ser roubada do Louvre, coroa com 1.354 diamantes é encontrada em rua de Paris

Tiago Mascarenhas, com informações da AFP
Museu do Louvre
Uma das joias levadas no assalto ao Museu do Louvre, em Paris, foi encontrada neste domingo (19). Trata-se da coroa da imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão III, uma peça histórica composta por 1.354 diamantes e 56 esmeraldas. Alô Alô Bahia

Segundo informações da agência AFP, a coroa foi localizada danificada em uma rua próxima ao museu, poucas horas após o roubo que chocou a França.

A coroa recuperada foi criada pelo ourives Alexandre-Gabriel Lemonnier, em 1855, e projetada para brilhar na Feira Mundial de Paris daquele ano.

De acordo com o jornal Le Parisien, ela estava exposta na vitrine mais próxima da janela da galeria, o que pode ter facilitado o acesso dos criminosos. A imprensa francesa afirma que uma segunda joia também foi encontrada, mas não detalhou qual.

O roubo no Louvre
O crime ocorreu por volta das 9h30 (4h30 no horário de Brasília), quando uma quadrilha de três ou quatro pessoas invadiu o prédio pela fachada voltada para o Rio Sena, utilizando um guindaste acoplado a um caminhão para acessar um canteiro de obras.

Os assaltantes usaram um elevador de carga para chegar à Galeria de Apolo, onde estavam as joias, e realizaram a ação em cerca de quatro minutos. Nove peças foram levadas, incluindo colares, broches e tiaras.

O ministro do Interior francês, Laurent Nuñez, classificou o episódio como um “grande roubo”, destacando que as peças levadas representam um “patrimônio de valor inestimável”. O Louvre permanecerá fechado durante o domingo enquanto a polícia e o Ministério Público de Paris conduzem as investigações.

Palco do crime
A Galeria de Apolo, palco do crime, foi projetada pelo rei Luís XIV em homenagem ao deus grego que simboliza a luz. O espaço abriga parte das joias da coroa francesa, incluindo o famoso diamante Regent, de 140 quilates, que segundo fontes internas do museu não foi levado.

O Louvre, conhecido por reunir mais de 33 mil obras de diferentes civilizações e períodos, tem histórico de furtos e tentativas de roubo.

O caso mais célebre ocorreu em 1911, quando a Mona Lisa foi levada por um ex-funcionário do museu e recuperada dois anos depois em Florença, episódio que acabou tornando o quadro de Leonardo da Vinci o mais famoso do mundo.

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