Vilma Gomes, prefeita de Cansanção (MDB)
– Foto: Reprodução | Facebook

A gestora municipal é apontada de realizar contratação de servidores temporários em período de condutas vedadas, além de inflacionar matrículas de alunos, com turmas fictícias do EJA (Educação de Jovens e Adultos), cujo processo estaria paralisado aguardando retorno do INEP, Ministério da Educação e CGU.
Cansanção atingiu o total de 3.170 funcionários contratados, com o quantitativo de 40% da população matriculada.
Vilma Gomes chegou a ser condenada a prisão após a operação ‘Making Off’. Caso seja cassada. o município deve ter novo processo eleitoral para escolha de um novo gestor. Se cassada, a atual prefeita fica inelegível.
Cassação mantida
Em julho, a Justiça eleitoral já tinha mantido a cassação dos mandatos de Vilma, e do vice, Rodrigo Pereira (PT), por abuso de poder econômico e político.
O processo tinha sido movido pelos advogados da candidata à Prefeitura do município e derrotado nas últimas eleições municipais, Thaynara Pereira (Avante).
A Justiça apontou que a Prefeitura de Cansanção teria cometido excessos, já no final da gestão, com a contratação dos primeiros servidores públicos em ano eleitoral, além de aumentar o número de matrículas no Programa de Educação de Jovens (EJA) com o objetivo de obter mais repasses federais.
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