O pastor ainda negou que seu telefone contenha conversas que possam constranger autoridades dos Três Poderes
Luana Neiva - bahia.ba/politica
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O pastor afirmou, inclusive, que já trocou de aparelho uma vez neste ano, do iPhone 13 para o iPhone 15 e que, em breve, pretende adquirir o iPhone 17.
“Na campanha eleitoral de São Paulo… É que isso não está neste celular. Na campanha eleitoral de São Paulo (em 2024), mandei mais de 20 mensagens para o Bolsonaro, para o Carlos, para o Flávio, para a Michelle e para o Eduardo, questionando o posicionamento deles em relação ao Pablo Marçal (então candidato a prefeito pelo PRTB). Botei pra derreter. Mas isso não está neste telefone (apreendido pela PF). Esse é outro telefone, que já foi embora”, pontuou o religioso.
Durante a entrevista, Malafaia destacou que a prática de trocar de celular é comum no meio político: “Depois que começou essa covardia de perseguição, as pessoas passaram a trocar de celular. Agora, não há nenhum crime nisso. Se eu tivesse esse celular aqui na minha casa, eu abriria ele e mandava pra vocês. Não tenho medo de nada, não há nada contra mim”, declarou.
Por fim, o pastor negou que seu celular contenha conversas que possam constranger autoridades dos Três Poderes: “Minhas conversas são abertas. O que eu falo nos vídeos é o que eu falo nas minhas conversas”, concluiu.
Operação
Detido pela Polícia Federal (PF) ao desembarcar no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o pastor Silas Malafia classificou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, como uma “retaliação” a ele.
Malafaia ainda negou ter orientado o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nos últimos meses e afirmou que seus diálogos com o político eram “conversas de amigos”. Para a PGR, as condutas do pastor “caracterizam claros e expressos atos executórios” dos crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa.
Questionado sobre as mensagens que enviou a Bolsonaro criticando seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), por sua atuação nos Estados Unidos, Malafia afirmou ser “autônomo até para criticar Bolsonaro”. “Eu sou independente, não sou bolsominion. Eu sou autônomo até para criticar Bolsonaro, sou independente. Eu não estou babando”, pontuou.
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