Estadão Conteúdo
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

“O policial, naquela tensão da ocorrência, comete um erro de avaliação. Um erro de avaliação que, infeliz e lamentavelmente, custou a vida de um rapaz”, afirmou Massera. “Vamos analisar todas as circunstâncias dessa ocorrência com o objetivo de fazer justiça, mas também temos que considerar que o policial inicia essa ocorrência como vítima, numa circunstância completamente desfavorável para ele”, completou o coronel.
Como foi o crime
O policial militar Fábio Anderson Pereira de Almeida estava de folga e pilotava uma moto pela Estrada Ecoturística de Parelheiros quando foi abordado por homens armados, em outras motos. Eles teriam tentado roubar o veículo do PM. Almeida reagiu e disparou contra o grupo.
Ao ver Guilherme Ferreira correndo – ele se apressava para não perder seu ônibus, após sair do trabalho -, o agente atirou em sua cabeça. Ferreira morreu na hora. Foram encontrados com a vítima o telefone celular, carteira, remédios, uma Bíblia e itens de higiene, além da marmita e talheres.
À Polícia Civil, o PM disse que pensou tratar-se de um dos assaltantes.
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