África do Sul e Cingapura se juntam aos outros 23 países que já haviam derrubado o embargo a carne por conta de gripe aviária
Foto: Arquivo/Agência Brasil

Segundo matéria do InfoMoney, as exportações foram retomadas, sem qualquer tipo de embargo, para África do Sul, Argélia, Argentina, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Cingapura, Cuba, Egito, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Índia, Iraque, Lesoto, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Montenegro, Paraguai, República Dominicana, Sri Lanka, Uruguai, Vanuatu e Vietnã.
Outros 9 países, além da União Europeia, mantém a suspensão a carne de frango de todo o território brasileiro. São eles: Albânia, Canadá, Chile, China, Macedônia do Norte, Malásia, Paquistão, Peru, Timor-Leste e União Europeia.
Esta lista conta tanto com as nações que suspenderam as importações de produtos avícolas do Brasil, quanto com aquelas a quem o próprio governo brasileiro interrompeu a certificação das exportações conforme está previsto o acordo sanitário estabelecido com cada país.
Além dos países que suspenderam totalmente a compra do frango brasileiro, outros 17 mercados possuem restrições em vigor apenas sobre a carne proveniente do Rio Grande do Sul. É o caso da Angola, Arábia Saudita, Armênia, Bahrein, Belarus, Casaquistão, Coreia do Sul, Kuwait, México, Namíbia, Omã, Quirguistão, Reino Unido, Rússia, Tajiquistão, Turquia e Ucrânia.
Em casos ainda mais específicos, países como Catar e Jordânia suspenderam as compras de carne de frango, e derivados, apenas do município de Montenegro, onde o foco da doença foi detectado, conforme previsto no protocolo acordado por estas nações entre o Brasil. Outras seis nações limitaram sua suspensão apenas para um raio de 10 quilômetros do foco de nfluenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) registrado: Hong Kong, Maurício, Nova Caledônia, São Cristóvão e Nevis, Suriname e Uzbequistão.
Já o Japão interrompeu a importação de frango dos municípios de Montenegro (RS), Campinápolis (MT) e Santo Antônio da Barra (GO), onde foram notificados casos de gripe aviária em produção de subsistência.
A expectativa do governo é de que após o encerramento do foco da doença em plantel comercial e do reconhecimento da OMSA do Brasil como novamente livre de gripe aviária no plantel comercial, mais países importadores flexibilizem as restrições ao frango nacional.
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