Foto: Reprodução/Metrópoles
Durante coletiva de imprensa na própria Câmara, Pagnozzi afirmou que a defesa busca garantir os direitos constitucionais da deputada, como o contraditório e a ampla defesa, que, segundo ele, não foram respeitados no julgamento do STF. “É muito mais do que a defesa de uma deputada. É a defesa da própria Câmara dos Deputados”, afirmou o advogado, que também solicitou a acareação de testemunhas na CCJ.
Pagnozzi destacou que pretende apresentar novas alegações à comissão, com o argumento de que o processo judicial que levou à condenação de Zambelli não observou os princípios do devido processo legal. Ele também ressaltou a importância da separação entre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, e criticou a condução do caso nas instâncias anteriores.
Apesar de estar foragida na Itália e procurada pela Interpol, a deputada licenciada tem, segundo a defesa, intenção de retornar ao Brasil e retomar suas atividades parlamentares. No entanto, Pagnozzi não indicou uma data para o possível retorno. Enquanto isso, a Câmara deve seguir com o processo que pode levar à cassação definitiva de seu mandato.
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