Grupo pró-Ucrânia invadiu rede de companhia russa; governo abriu investigação
Foto: Divulgação

Segundo comunicado do Gabinete do Procurador-Geral da Rússia, a falha que afetou os serviços da Aeroflot foi resultado de uma ofensiva virtual coordenada por hackers, e não apenas um problema técnico interno. A estatal informou que os sistemas de informação foram comprometidos e que medidas emergenciais foram adotadas.
As rotas atingidas tinham como destino cidades como Astrakhan, Grozny, Kazan, Kaliningrado, Sochi, Minsk, Yerevan, Yekaterinburg e Krasnoyarsk, entre outras. Passageiros enfrentaram longas filas e falta de informações em terminais da capital russa.
O grupo Silent Crow, em conjunto com os bielorrussos do Cyber Partisans, reivindicou a autoria da invasão. A motivação declarada foi o envolvimento russo na guerra da Ucrânia.
As autoridades afirmaram que a situação está sob controle e que uma investigação formal foi aberta para apurar as falhas de segurança e os responsáveis pelo ataque. Até o momento, não há relatos de danos permanentes aos sistemas ou à integridade dos voos da companhia.
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