Boletim revela ainda que quase um terço da população ocupada no Brasil seguia recebendo até um salário mínimo no fim de 2024
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O estudo mostra que, após um período de estabilidade entre 2014 e 2022 — com exceção dos anos de pandemia —, o rendimento médio apresentou crescimento de 7,5% entre 2022 e 2024. Apesar do avanço, o Dieese alerta para a disparidade na distribuição dos ganhos.
Segundo o levantamento, os trabalhadores com menores salários foram os que menos se beneficiaram: o aumento médio para esse grupo foi de apenas R$ 76 mensais. Em contrapartida, os 10% com rendimentos mais altos tiveram acréscimo de R$ 901 no mesmo período — um ganho 12 vezes superior.
O boletim revela ainda que quase um terço da população ocupada no Brasil seguia recebendo até um salário mínimo no fim de 2024, enquanto os preços dos itens básicos de consumo continuavam subindo acima da média da inflação, prejudicando especialmente os mais pobres.
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