Por Redação / BN
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Segundo a corporação, o inquérito policial foi finalizado e remetido à Justiça, mas não foram divulgados detalhes sobre a data do envio nem o conteúdo completo da investigação. O laudo cadavérico não indicou a causa da morte, e os resultados dos exames toxicológicos solicitados também não foram detalhados pela polícia.
O g1 entrou em contato com o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e com o Ministério Público estadual (MP-BA) para saber se houve manifestação sobre o caso, mas não houve retorno até a última atualização da reportagem.
Davi morava na cidade de Planalto, no sudoeste baiano, e começou a apresentar sintomas como febre, vômitos e inchaço na perna dias após o experimento com a substância. Ele foi levado pelo pai ao Hospital Geral de Vitória da Conquista, a cerca de 46 km do município.
Durante o atendimento, o próprio adolescente relatou à equipe médica que havia amassado uma borboleta, misturado os restos com água e injetado o líquido na perna com uma seringa.
Ele morreu dias depois, e o caso repercutiu em todo o país, gerando alerta entre profissionais da saúde sobre os riscos de automutilação e experiências corporais não supervisionadas.
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