Crédito: Divulgação Roberta Aline/ MDS

Para o economista Edval Landulfo, vice-presidente do Conselho Regional de Economia da Bahia (Corecon-BA), a situação gera um impacto significativo na economia local. “O poder de compra dessa população fica enfraquecido, e as pessoas, muitas vezes, passam necessidade, têm uma alimentação mais precária e enfrentam dificuldades para acessar serviços básicos, como transporte. Isso não favorece o desenvolvimento econômico do estado”, explica Landulfo.
A Bahia ocupa a terceira posição nacional no ranking de estados com maior diferença entre beneficiários do Bolsa Família e trabalhadores formais. Em agosto de 2024, a diferença no estado era de 340 mil pessoas. Apenas o Maranhão, com 564.869 beneficiários a mais, e o Pará, com 363.648, apresentam números superiores.
Atualmente, o valor mínimo do Bolsa Família é de R$ 600 por família, enquanto o salário-mínimo de um trabalhador formal é de R$ 1.412. Apesar do aumento do valor do benefício e das políticas públicas voltadas à redução da pobreza, os números refletem a dependência de muitos baianos em relação ao programa social. Leia matéria completa no Correio 24h
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