Não havia celulares para distrair, nem redes sociais para consumir seu tempo
POR JOÃO LEMES

O sol castigava, mas o sorriso no rosto do garoto de 12 anos não diminuía. Cada moeda conquistada significava um caderno novo, um lápis, ou uma ajuda para sua mãe, Dona Maria, que criava três filhos sozinha.


Era um tempo diferente, quando o trabalho digno, mesmo que simples, era motivo de orgulho. Joãzinho aprendeu cedo o valor do dinheiro e a importância da honestidade. Anos depois, já adulto, ele sempre contava aos filhos sobre sua época de vendedor de picolé, não com vergonha, mas com o peito cheio de orgulho por ter sido parte de uma geração que aprendeu a vencer na vida com trabalho e dignidade.
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