Presidente argentino ainda culpa o governo Kirchner pela decisão
Foto: Reprodução/Redes Sociais (@JMilei)

O acréscimo salarial havia sido anunciado no dia 21 de fevereiro, quando o governo argentino concedeu um aumento de 30% no salário mínimo, sendo considerado abaixo do esperado. Neste mesmo dia, Milei deu aval ao documento que previa a elevação de quase 50% nos vencimentos do presidente, ministros e outros cargos do governo.
Na ocasião, o Gabinete Presidencial publicou uma nota afirmando que o aumento aconteceu de forma automática por causa de um decreto assinado por Cristina Kirchner, ex-presidente argentina.
“A situação herdada é crítica, e os argentinos estão fazendo um sacrifício heroico. É tempo de os políticos pagarem o custo do que provocaram”, afirmou o governo.
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