Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste
O valor estimado para a contratação ultrapassou R$ 4 milhões. Segundo o órgão, os réus realizaram licitação de fachada para forjar competição entre falsos participantes para locação de 20 caminhões tipo basculante. Na ação, o MPF apontou diversas irregularidades no edital e no processo de licitação, como restrições indevidas que impediam a ampla participação de interessados.
A investigação concluiu que o procedimento licitatório foi realizado para mascarar a contratação direta. Os acionados foram condenados por improbidade administrativa que causa lesão ao erário – por frustrar a licitude de processo licitatório – e também por ofensa aos princípios da administração pública.
Além da suspensão dos direitos políticos por cinco anos, a Justiça determinou a todos os condenados o pagamento de multa de três vezes o valor da última remuneração recebida na gestão de Nilo Coelho à frente de Guanambi e a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios e incentivos fiscais ou creditícios por cinco anos.
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