Temer anunciou, junto com ministro Alexandre de Moraes, o Plano Nacional de Segurança que não estava completamente formulado. Vai funcionar como uma cooperação entre estados e União. O foco é a redução dos homicídios, o combate às facções e ao tráfico de drogas. A proposta também prevê melhorar a formação dos policiais. A aplicação do Plano vai começar por Natal, Porto Alegre e Aracaju agora, em fevereiro. Temer foi criticado por usar a palavra “acidente”, considerada inadequada para definir o massacre. O poder judiciário também se mobilizou. O STF e o IBGE devem acertar em fevereiro os detalhes para a produção de um censo carcerário; o país não sabe quantas pessoas estão presas nem qual a situação delas. Leia Mais »
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
O colapso da segurança pública
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