A família reclamou da demora na liberação do corpo no Hospital Professor Magalhães Neto. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).
A direção do HPMN teria orientado a família a buscar um legista no Departamento de Polícia Técnica (DPT). No entanto, o delegado plantonista disse a família que o DPT só é acionado em caso de morte violenta. A família então foi orientada a registrar um boletim de ocorrência para que o corpo pudesse ser liberado. O BO foi feito por volta do meio dia, mas o corpo, que chegou ao HPMN às 07h, só foi liberado por volta das 14h40min. Mesmo o médico não tendo informado a causa da morte, a família acredita que Flávio tenha tido um infarto fulminante, embora não tivesse histórico de problema cardíaco. Flávio residia no Bairro São José, era casado e tinha um filho de 5 anos. Ele já havia disputado vários campeonatos amadores no município e era muito popular entre os desportistas da cidade.
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