Estudo aponta riscos da atividade de motoentregas, que aumentou exponecialmente nos últimos 20 anos. Perfil das vítimas mostra que a regulamentação da profissão precisa ser criteriosa
Agência Gov | via Ipea
Agência Brasília

A nota também apresenta alertas sobre os riscos da regulamentação do serviço de mototáxi. Fragilidades apontadas, associadas com as estatísticas trágicas de mortalidade de motociclistas em geral, colocam as motos como não apropriadas para realização de serviços de transporte de passageiros remunerados.
O estudo reconstrói a evolução da frota de motocicletas e discute os impactos da disseminação do mototáxi e de aplicativos de transporte por moto em municípios de diferentes portes. A região Nordeste é a que concentra atualmente maior quantidade de municípios com serviços de mototáxi, de forma ilegal ou amparada por legislação local.
A frota de motocicletas cresceu de cerca de 2,7 milhões de unidades (1998) para mais de 34 milhões (2024), passando de menos de 10% para cerca de 30% da frota motorizada nacional. O aumento da mortalidade foi ainda mais intenso: as mortes de usuários de moto se multiplicaram 15 vezes no período e, após um período de queda observado desde 2014, a taxa de mortalidade por 100 mil habitantes voltou a atingir recentemente o pico ocorrido naquele ano que antecedeu o início de crise econômica no país. Assim, a moto se tornou o veículo que mais mata no trânsito brasileiro. Mais na agenciagov
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