Amigo do ex-piloto diz que o sigilo da família deve continuar e que a chance de Schumacher voltar a aparecer é mínima

Hopkins, que trabalhou com Schumacher no início dos anos 1990, quando era mecânico da McLaren, admitiu desconforto em comentar qualquer detalhe sobre o estado de saúde do ex-piloto. Para ele, a discrição adotada pelos parentes é totalmente compreensível e merece ser respeitada. “Não acho que veremos Michael novamente. Sinto-me desconfortável em falar sobre seu estado de saúde por causa do sigilo que a família, com razão, decidiu manter”, afirmou.
Ele também destacou que não integra o pequeno grupo autorizado a visitar Schumacher regularmente — círculo restrito que inclui nomes como Jean Todt, Ross Brawn e Gerhard Berger. Ainda assim, garante que existe entre os amigos uma espécie de pacto silencioso pela proteção do alemão. Segundo Hopkins, esse compromisso nunca foi imposto pela família, mas surgiu naturalmente do entendimento de que preservar a intimidade do ex-piloto é essencial. “Mesmo que eu soubesse de algo, a família ficaria desapontada se eu contasse”, completou.
Desde o acidente de esqui em 2013, que deixou sequelas mantidas sob rigoroso sigilo, Schumacher não aparece em público. A família evita qualquer divulgação de informações, e Hopkins acredita que essa postura é definitiva — não apenas uma decisão, mas um compromisso duradouro compartilhado pelos familiares e pelos poucos amigos que ainda o visitam.
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