As ações deverão ser veiculadas em emissoras comerciais, canais públicos e na internet, além da TV Senado, TV Câmara e TV Justiça.
Rosinei Coutinho/SCO/STF

As ações deverão ser veiculadas em emissoras comerciais, canais públicos e na internet, além da TV Senado, TV Câmara e TV Justiça. O conteúdo deve explicar, de forma clara e acessível, como acompanhar a execução dos recursos federais e como denunciar irregularidades.
Relator de ações que questionam a falta de transparência nas emendas indicadas por deputados e senadores, Dino afirmou que a medida busca fortalecer o controle social e o acesso à informação.
Segundo o ministro, é essencial que o cidadão consiga localizar, compreender e fiscalizar o uso das verbas públicas. “Impõe-se um esforço consistente de letramento digital, capaz de reduzir a assimetria informacional que exclui aqueles que não dominam os meios de busca”, destacou.
A decisão ocorre após uma audiência com o Tribunal de Contas da União (TCU), a Controladoria-Geral da União (CGU), o Ministério da Gestão e a Advocacia-Geral da União (AGU), que apresentaram novas medidas para aumentar a transparência dos repasses parlamentares.
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