Garrafas adulteradas com metanol causaram duas mortes em São Paulo; a dona foi presa em flagrante
Por João Lemes * Via NPExpresso

A investigação e as prisões
A descoberta ocorreu durante a apuração sobre os primeiros casos de intoxicação por metanol, ligados a um bar na zona leste de São Paulo, onde as vítimas haviam ingerido “vodka” falsificada. Nove garrafas foram apreendidas no local, e oito delas continham altos níveis de metanol, variando entre 14,6% e 45,1%.
Com mandados de busca e apreensão, os policiais localizaram o galpão usado na produção e prenderam a proprietária da fábrica, que será autuada por falsificação e adulteração de produtos alimentícios. A pena pode chegar a oito anos de prisão, além de multa.
As vítimas e o alerta
Uma das vítimas é o empresário Ricardo Lopes Mira, de 54 anos, que consumiu a bebida contaminada no bar investigado. O caso acendeu um alerta sobre o consumo de bebidas sem procedência e a necessidade de fiscalização rigorosa. Fonte: Polícia Civil de São Paulo
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