Rinaldo de Oliveira - SNB
O primeiro soro brasileiro contra picada de abelha entra na última fase de testes, para depois ser aprovado pela Anvisa e distribuído no SUS
- Foto: Lupac/Pixabay

Isso porque os pesquisadores Universidade Estadual Paulista receberam R$ 20 milhões do Ministério da Saúde para iniciar a fase final de testes do soro antiapílico, destinado ao tratamento de envenenamentos por abelhas africanizadas (Apis mellifera).
O soro vem sendo desenvolvido há mais de uma década por cientistas do Cevap (Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos) da Unesp de Botucatu. É um biofármaco com tecnologia 100% nacional e apoio da Fapesp.
Como é o soro contra picada de abelha
O soro antiapílico foi desenvolvido a partir da inoculação gradual de veneno em cavalos para gerar anticorpos.
De lá para cá, o antídoto apresentou bons resultados em testes.
Entre 2016 e 2018, um estudo clínico de fase 1/2, conduzido em Botucatu (SP) e Tubarão (SC), confirmou a segurança e eficácia preliminar do produto: 20 pacientes, picados por 7 a 2.000 abelhas, tiveram melhora clínica sem efeitos graves. Mais no hsonoticiaboa
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