União Brasil afastou ministro do Turismo que decidiu permanecer no cargo mesmo após partido decidir pela saída do governo
Raquel Franco - bahia.ba/politica
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Sabino falou sobre sua situação no partido em entrevista à CNN na noite de quarta. Ele afirmou que a decisão do diretório estadual de afastá-lo do partido foi uma “violação muito grande”. “Acredito que não fiz nada para merecer essa expulsão, mas essa minha passagem política pelo partido União Brasil já deu o que tinha que dar”, disse Sabino.
Em setembro, o União Brasil deu 30 dias para que todos os filiados que ocupassem cargos no Executivo deixassem suas cadeiras. Na época, Sabino anunciou que entregou uma carta de demissão ao presidente, mas Lula pediu que ele continuasse por mais tempo à frente da pasta.
Ao ser questionado sobre quando deixará o partido, ele alegou que, como é deputado federal, a legislação eleitoral não permite que um parlamentar fique sem partido, a não ser que receba uma carta de expulsão. “A janela eleitoral para quem vai disputar as eleições do ano que vem, ela abre no período de seis meses antes das eleições”, afirmou Sabino, que é deputado federal pelo Pará.
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