Maria Corina Machado é a principal crítica da gestão de Nicolás Maduro, ditador que tem liderado a Venezuela
Foto: Reprodução/Instagram @mariacorinamachado

Além da medalha, Maria Corina ganhou um prêmio estimado em R$6,2 milhões.
No comunicado que deu a premiação a venezuelana, o comitê do Nobel afirmou que ela foi escolhida pelo papel “extraordinário” e sua coragem civil na defesa da democracia e das eleições livres. O texto a descreve ainda como uma figura unificadora em um cenário fragmentado.
“A democracia é uma condição prévia para a paz duradoura. Quando líderes autoritários tomam o poder, é essencial reconhecer os defensores da liberdade que se erguem e resistem”, disse.
Segundo o comitê do Nobel, a democracia da Venezuela era estável, “antes de mergulhar em uma crise humanitária de um regime brutal e autoritário”. Nesse cenário, Maria Corina assumiu um papel relevante, lutando contra o sistema fraudulento e de repressão. “Ela manteve-se no país, mesmo sob grave risco, inspirando milhões de pessoas”.
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