Liga rebate críticas de Luiz Eduardo Baptista, o Bap, e defende atuação de seu advogado, acusado pelo dirigente de favorecer o Palmeiras
Por Redação Galáticos Online

A Liga do Futebol Brasileiro (LiBRA) respondeu com dureza às declarações do presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, que havia acusado a entidade de atuar de forma parcial e “ser palmeirense”. Em nota divulgada nesta quarta-feira (16), a Liga classificou as falas do dirigente como “descontroladas e negligentes”, afirmando que elas representam um desrespeito aos profissionais que atuam pela organização.
Bap questionou a imparcialidade da LiBRA e sugeriu que o advogado André Sica, responsável por questões jurídicas da Liga, teria ligações com o Palmeiras. A LiBRA repudiou as acusações, destacando que “atacar um profissional por sua preferência clubística é tão grave quanto os atos de hooliganismo que mancham o futebol”.
A entidade também contestou informações apresentadas pelo presidente rubro-negro sobre supostos prejuízos financeiros do Flamengo nas negociações da Liga. Segundo a LiBRA, Bap incluiu valores que nunca fizeram parte dos contratos, o que distorce os números reais. Em 2024, o clube carioca teria arrecadado cerca de R$ 4,4 milhões por partida, chegando a R$ 7,6 milhões no modelo com mínimo garantido do Premiere. Para 2025, a projeção é de R$ 10,6 milhões por jogo com o novo sistema.
Com o tom elevado das declarações de ambos os lados, o conflito entre Flamengo e LiBRA ganha novos contornos e amplia as tensões nas discussões sobre os rumos da liga e a divisão de receitas no futebol brasileiro.
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