Apesar de negociações por cessar-fogo, especialistas apontam que Tel Aviv levará anos para se recuperar da crise de imagem causada pela destruição de Gaza
Camila Stucaluc, Giovanna Colossi
Bombardeio na Faixa de Gaza | Foto: UNRWA/Ashraf Amra
A falta de apoio foi evidenciada oficialmente na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), realizada em Nova York, em setembro. Ao subir ao palco, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu foi alvo de vaias de delegações, como gesto de repúdio à ofensiva em Gaza. Muitas comissões também deixaram o local antes do premiê iniciar o discurso, incluindo a do Brasil.
Na ocasião, Netanyahu relembrou os ataques do Hamas, em que mais de 1,2 mil israelenses foram executados e 251 pessoas foram levadas como reféns. Hoje, 48 deles permanecem sob poder do grupo, 20 dos quais estão vivos. Mais no sbtnews
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