Desde o início do conflito, mais de 67 mil palestinos morreram, além dos 1,2 mil israelenses assassinados
Foto: Twitter/@Timesofgaza

Mesmo com as conversas de paz mediadas por Egito, Estados Unidos e Catar, o exército israelense manteve a ofensiva. Os ataques ocorreram principalmente nas cidades de Khan Younis, no sul, e Cidade de Gaza, no norte. Moradores relataram bombardeios por ar, mar e terra durante a madrugada. Em resposta, militantes palestinos lançaram foguetes, acionando sirenes em várias regiões de Israel.
As tratativas pelo cessar-fogo acontecem no balneário egípcio de Sharm el-Sheikh, com base em uma proposta apresentada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O plano contém 20 pontos e prevê a retirada das tropas israelenses de Gaza e o desarmamento do Hamas, mas ainda há impasses entre as partes.
De acordo com o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed al-Ansari, o acordo também inclui a libertação dos reféns capturados em 2023, o que, segundo ele, representaria o fim da guerra.
Desde o início do conflito, mais de 67 mil palestinos morreram, além dos 1,2 mil israelenses assassinados no ataque inicial do Hamas, em 7 de outubro de 2023. Mesmo após dois anos de combates, a trégua definitiva segue distante, e o cenário humanitário em Gaza continua a se deteriorar.
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