Rinaldo de Oliveira - SNB
Cientistas de três paísesconseguiram reverter o Alzheimer pela primeira vez, em camundongos, com uma terapia inovadora
Foto: Getty/iStock

A nova técnica foi publicada nesta terça-feira, 7, na revista especializada Nature. A terapia usa nanopartículas que funcionam como medicamentos.
E três doses do tratamento foram suficientes para reduzir de 50 a 60% da proteína no cérebro em apenas uma hora. E mais: os efeitos terapêuticos se mantiveram por meses.
Melhora rápida e duradoura
Ao invés de atacar diretamente os neurônios, o tratamento foca na barreira hematoencefálica, a interface que regula o ambiente cerebral e protege o órgão de toxinas e patógenos.
Os pesquisadores usaram camundongos geneticamente programados para produzir excesso de proteína beta-amiloide e apresentar declínio cognitivo, para simular a progressão da doença em humanos.
Um dos camundongos, de 12 meses – equivalente a um humano de 60 anos – recebeu as nanopartículas e seis meses depois a progressão da doença foi revertida. Ele demonstrava comportamento semelhante ao de animais saudáveis. Mais mo sonoticiaboa
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