Salto ocorre em meio a investigações da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O salto ocorre em meio a investigações da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU), que apuram suspeitas de fraudes em empréstimos consignados e outros débitos automáticos não autorizados. Diante da enxurrada de ações, o ministro do STF Dias Toffoli determinou a suspensão de todos os processos até que fosse encontrada uma solução conjunta.
Em julho, Toffoli homologou um acordo que prevê a devolução direta dos valores aos segurados lesados, sem necessidade de aguardar a tramitação judicial. O ressarcimento, no entanto, só é liberado para aqueles que desistem das ações já ajuizadas.
A medida busca aliviar a sobrecarga do Judiciário e garantir maior rapidez na reparação financeira. Mesmo assim, o tema segue sob investigação das autoridades, que apuram a responsabilidade de bancos e possíveis falhas de fiscalização dentro do próprio INSS.
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