Prisões foram convertidas em preventivas; esquema fraudava transações via Pix após invasão a empresa de tecnologia que prestava serviços a bancos
Banco Central | Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
SBT News,Agência SBT

Segundo a PF, os suspeitos exploravam vulnerabilidades para subtrair valores do arranjo Pix a partir de contas PI mantidas junto ao Banco Central. As prisões em flagrante foram convertidas em preventivas, e os investigados responderão por organização criminosa e tentativa de furto qualificado por meio eletrônico.
As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos. Em nota, a corporação destacou que mantém prioridade no combate às fraudes digitais e na proteção da integridade do sistema financeiro.
Em julho, criminosos invadiram os sistemas da C&M Software, empresa de tecnologia que presta serviços a instituições financeiras no Brasil. Na ocasião, João Nazareno Roque, de 48 anos, funcionário da companhia, foi preso acusado de facilitar a ação dos hackers.
De acordo com as investigações, pelo menos R$ 541 milhões foram desviados da BMP Instituição de Pagamento. Roque confessou ter entregue logins e senhas aos criminosos em troca de pagamentos que totalizaram R$ 15 mil. Ele também relatou que recebia instruções de fraude por meio da plataforma Notion e executava comandos no sistema da empresa desde maio.
O operador de TI ainda revelou que seus celulares eram trocados a cada 15 dias por ordem dos criminosos, para evitar rastreamento.
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