Foto: Imprensa Presidencial
A escalada começou depois que caças venezuelanos sobrevoaram o destróier USS Jason Dunham, em operação contra o narcotráfico no Caribe. Em resposta, o governo americano autorizou a Força Aérea a interceptar aeronaves venezuelanas que representem ameaça a navios americanos e posicionou 10 caças F-35 em Porto Rico.
Maduro denunciou que a movimentação dos EUA se assemelha a uma tentativa de impor uma "mudança de regime violenta", usando o combate ao narcotráfico como pretexto. Ele também mencionou a presença de mísseis e um submarino nuclear norte-americano apontados para seu país, comparando a situação à histórica crise dos mísseis de 1962.
Do lado americano, autoridades afirmam que o reforço militar tem como objetivo proteger a segurança nacional e combater cartéis de drogas ativos na região. Donald Trump negou que a intenção seja derrubar o governo venezuelano, mas ressaltou críticas ao regime chavista, acusado de envolvimento com narcotráfico.
Analistas internacionais alertam que a situação exige cautela, já que qualquer incidente pode escalar rapidamente, envolvendo não apenas os dois países, mas também aliados na região. A comunidade internacional acompanha os desdobramentos com atenção, reforçando a necessidade de diálogo e contenção das tensões.
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