Monique de Carvalho - SNB
Bruno Freitas, que ficou tetraplégico após acidente de carro, foi um dos 6 pacientes tratados com o remédio experimental brasileiro que reverte lesão na medula espinhal.
Fotos: reprodução/Instagram

Ele recebeu o medicamento, em sigilo, 24 horas após o acidente. Primeiro ele começou a mexer os dedos, depois as pernas. Hoje, Bruno de Freitas tem 31 anos, fica de pé e consegue caminhar, cheio de alegria e sorrisos.
“Prazer, Cobaia Zero aqui! Minha gratidão eterna pela UFRJ, Tatiana, minha família e todos envolvidos na minha recuperação. Torcendo para que seja liberado logo e ajude o máximo de pessoas no mundo.”, comentou Bruno de Freitas nas redes sociais.
Tratamento desenvolvido em sigilo
Há 25 anos a pesquisadora e professora Tatiana Coelho de Sampaio, desenvolve a pesquisa na UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro, com a ajuda de biólogos, para recuperar movimentos de pessoas que ficaram paraplégicas e tetraplégicas. E o remédio experimental, apresentado à imprensa nesta terça, 9, pelo laboratório brasileiro Cristália, é feito a partir da placenta humana. Mais no sonoticiaboa
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