A proposta do Ministério da Justiça prevê restrição para menores de seis anos, com foco em um ambiente digital mais seguro

A justificativa do projeto
O ministério argumenta que crianças até seis anos estão em fase de transição entre o pensamento simbólico e o lógico-concreto. Embora compreendam algumas regras, ainda são muito influenciadas por estímulos visuais e emocionais. Por isso, a pasta defende cuidados redobrados em conteúdos que abordem violência, medo, conflitos familiares ou dilemas morais.
As consultas ao setor
Antes da oficialização, o governo deve ouvir representantes de streaming, jogos digitais, redes sociais e inteligência artificial. O projeto foi apresentado pela Coordenação-Geral de Classificação Indicativa da Secretaria Nacional de Direitos Digitais.
O que muda na prática
Com a nova faixa, produções destinadas a essa idade precisarão seguir critérios específicos. Entre eles, a exclusão de qualquer tipo de violência, mesmo simbólica, em conteúdos que hoje são classificados como “livres”.
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