A ferramenta permitirá acionar a polícia e enviar dados da viagem em situações de risco

O texto faz parte do Protocolo de Emergência Justa e Ágil (Proteja) e determina que a funcionalidade seja obrigatória em todas as plataformas digitais de transporte individual remunerado. O avanço ocorreu na última quarta (27) e, agora, o projeto segue para análise nas comissões da Casa.
Pela proposta, as empresas deverão manter registros de todos os acionamentos e firmar convênios com órgãos de segurança pública para o tratamento das informações. O descumprimento das regras poderá resultar em multas que variam de 50 a 500 mil. Fonte: Jornal O Sul
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