A CGU tomou conhecimento das fraudes a partir de uma denúncia feita pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR)
Foto: Assessoria/GOVBR

A CGU tomou conhecimento das fraudes a partir de uma denúncia feita pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR). O órgão alertou sobre o aumento de reclamações de beneficiários. A partida daí, a CGU recomendou que o INSS suspendesse acordos de cooperação técnica com as quatro entidades envolvidas, mas, à época, nada foi feito.
O deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), relator do processo, questionou se a CGU só tomou conhecimento das irregularidades naquele ano. “Eu não tenho acesso, não tenho conhecimento, a nenhum registro anterior”, respondeu Eliane.
Somente em março de 2024 a auditoria da CGU com o INSS foi iniciada. Na época, Eliane se reuniu com o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto, que avaliou a possibilidade de tomar providências sobre as fraudes, mas não suspendeu os Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) com as entidades envolvidas.
Após as denúncias de irregularidades, Stefanutto foi afastado do instituto em abril deste ano. Ele foi alvo de operação da Polícia Federal (PF) contra as fraudes para desvio de aposentadorias por meio de descontos não autorizados pelos beneficiários.
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