Foto: Reprodução/ Metrópoles
Dois adolescentes de 17 anos, moradores do Distrito Federal, foram denunciados por planejar um massacre em uma escola pública. A investigação começou após a divulgação de conteúdos violentos e extremistas nas redes sociais, onde os jovens propagavam discursos de ódio contra mulheres, negros e pessoas LGBTQIA+, além de fazerem apologia ao nazismo. Eles chegaram a criar um site para divulgar suas ideias e ameaçaram colegas de escola em vídeos publicados online. Com informações do Metrópoles.
A Polícia Civil identificou os suspeitos e apreendeu celulares, computadores e outros materiais que comprovam o plano. Os adolescentes se autodenominavam “revolucionários” e afirmavam que o ataque seria uma forma de “vingança” contra a sociedade. O caso gerou preocupação entre pais, educadores e autoridades, que reforçaram a importância de monitorar o comportamento de jovens nas redes sociais.
Diante da gravidade da situação, os pais dos adolescentes decidiram encaminhá-los para tratamento psiquiátrico. A medida foi tomada como tentativa de intervenção e prevenção, enquanto o caso segue sob análise das autoridades competentes. O episódio reacende o debate sobre saúde mental na adolescência, segurança nas escolas e o papel da família na identificação precoce de comportamentos perigosos.
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