
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Representantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) receberam, nesta sexta-feira (22), as maiores empresas do digital e da tecnologia para apresentar o projeto de regulamentação dos serviços digitais do Brasil.
A regulamentação traz as obrigações das empresas, incluindo medidas de retirada de publicações consideradas criminosas.
As empresas de tecnologia que atuam no Brasil deverão adotar medidas imediatas para prevenir e interromper a prática de crimes previstos em legislação específica, além de coibir violações aos direitos de crianças, adolescentes e outros grupos vulnerabilizados. Também entram na lista condutas que atentem contra a integridade das eleições e do processo democrático, bem como fraudes envolvendo o uso indevido de identidades de pessoas públicas, contas ou marcas.
No caso das chamadas big techs, a exigência é ainda mais rigorosa. As gigantes do setor terão de cumprir regras adicionais para manter suas operações no país, incluindo a obrigação de prevenir os crimes mencionados, além de apresentar relatórios de transparência sobre as medidas adotadas e as ações tomadas para proteger usuários e instituições.
Confira representantes do governo:
Governo: Samara Castro – chefe de Gabinete do ministro Sidônio Palmeira (Secom);
João Brant – secretário de Políticas Digitais;
Nina Santos – secretária de Políticas Digitais;
Fabio Bello – Ministério da Fazenda;
Ricardo Horta – Ministério da Justiça; Guilherme Cintia – da AGU (Advocacia-Geral da União);
Representantes das seguintes empresas e entidades:
Kawai;
Amazon;
Google;
YouTube;
ALAI;
Apple;
Uber;
Mercado Livre;
Anobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia);
Brasscom;
CamaraNet;
Shopee;
E-pedia; 99;
TikTok;
Magalu;
Shein;
Hotmart;
IFood;
Airbnb;
Microsoft;
B.;
OLX;
Meta;
Open AI.
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