Ocorrências foram registradas nos estados de Minas Gerais, Espirito Santo, Pará, Rio de Janeiro e Mato Grosso
Foto: Arquivo/Agência Brasil

Segundo matéria do InfoMoney, apenas entre sexta-feira (6) e sábado outros três casos foram descartados: dois envolvendo galinhas domésticas em Lábrea (AM) e Castanhal (PA), e um terceiro de uma coruja-orelhuda em Belo Horizonte (MG).
Já entre os casos ainda em apuração estão quatro ocorrências com aves domésticas, galinhas localizadas em Itaituba (PA), Campinápolis (MT), Novo Cruzeiro (MG) e Alegre (ES). Outros três casos envolvem aves silvestres: um pombo em Santo Antônio do Monte (MG), um carcará em Florestal (MG) e um albatroz-de-sobrancelha em Angra dos Reis (RJ).
De acordo com a pasta, este tipo de investigação é rotineiro do sistema de defesa agropecuária nacional, já que a notificação de suspeitas é obrigatória. A influenza aviária de alta patogenicidade (vírus H5N1) requer comunicação imediata aos órgãos oficiais de vigilância sanitária animal. Por conta disso, produtores, técnicos, prestadores de serviço e pesquisadores são instruídos a relatar qualquer suspeita ao Serviço Veterinário Oficial (SVO) o mais rápido possível.
Desde o registro da primeira ocorrência do vírus em uma ave silvestre no país, em maio de 2023, mais de 2.500 investigações já foram realizadas. No total, o Brasil confirmou 171 casos de influenza aviária: 167 em animais silvestres (sendo 163 aves e 4 leões-marinhos), três em criações de subsistência e apenas um em granja comercial, registrado em Montenegro (RS) em maio deste ano, que levou a um bloqueio da China na compra de frango brasileiro. A medida também foi seguida por outros países, que também eram compradores regulares da proteína.
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