Vitor Guerras
As cientistas que criaram o curativo que acelera a regeneração usaram biopolímeros
Foto: Agência de Notícias UNQ

O processo lento de cicatrização hoje é um grande desafio para equipes médicas de todo o mundo, mas agora elas ganharam um aliado. A inovação vem da Universidade Nacional de Quilmes, na Argentina.
Publicada recentemente na revista científica Pharmaceutics, a pesquisa combina ciência e elementos da natureza. “Ele não só absorve o exsudato e permite que a ferida respire, mas também contém agentes ativos que previnem a infecção e promovem a regeneração celular”, disse Ayelén Sosa, autora principal.
Como funciona
O curativo é feito a partir de um biopolímero natural, como a gelatina.
Ao incorporar o polímero em uma emulsão com medicamentos antimicrobianos e cicatrizantes, o grupo obteve como resultado uma película transparente.
Essa película adere suavemente à pele e tem alta capacidade de absorção: até quatro vezes o próprio peso em líquidos. Leia tudo no sonoticiaboa
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