O Porto do Açu subiu ao posto de principal joia do grupo, substituindo a antiga posição da OGX. A cada questionamento sobre a situação do grupo, o empresário se agarra ao potencial do projeto, que está muito aquém do prometido quando foi lançado. Ainda assim é citado por Eike como a maior aposta para atrair investidores e novos negócios. Em cinco a dez anos, ele espera não só conseguir pagar sua dívida, como ter 20% de participação no Açu e colocar seu patrimônio novamente no azul. Eike garante ter aprendido algumas lições com o tombo dos negócios: — Acho que tocar cinco companhias juntas é muita coisa. Também acho que seria mais fácil não ter capital aberto, o que nos daria de sete a dez anos para trabalhar, já que o grupo tem projetos de infraestrutura de longo prazo. Apesar do tombo, Eike mantém um discurso calibrado de que não é pessimista em relação ao futuro do grupo, que soma duas empresas em recuperação judicial, a OGX e a OSX (ainda em vias de aprovação do processo), além de ter vendido outras companhias e outros ativos. A LLX, de logística, foi rebatizada como Prumo, tendo passado às mãos da americana EIG; a MPX, de energia, rebatizada como Eneva, tem a alemã E.ON. como sócia majoritária. — O foco é reerguer o negócios. Não dá para investir em novas frentes. Estamos nos recuperando. Os investidores estrangeiros encaram esse movimento como natural. Ironicamente, o empresário que sempre afirmou acreditar no país, vê agora a maior parte de seus negócios passarem para as mãos de investidores estrangeiros. Eike afirma segue trabalhando, sem jamais ter considerado a possibilidade de deixar o grupo ou o Brasil. Ontem, por determinação da Justiça, ele teve R$ 117 milhões em ativos bloqueados. — Fui educado como um jovem de classe média. E a gente não perde isso — afirmou.
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Eike tem patrimônio líquido de US$ 1 bilhão negativo
O Porto do Açu subiu ao posto de principal joia do grupo, substituindo a antiga posição da OGX. A cada questionamento sobre a situação do grupo, o empresário se agarra ao potencial do projeto, que está muito aquém do prometido quando foi lançado. Ainda assim é citado por Eike como a maior aposta para atrair investidores e novos negócios. Em cinco a dez anos, ele espera não só conseguir pagar sua dívida, como ter 20% de participação no Açu e colocar seu patrimônio novamente no azul. Eike garante ter aprendido algumas lições com o tombo dos negócios: — Acho que tocar cinco companhias juntas é muita coisa. Também acho que seria mais fácil não ter capital aberto, o que nos daria de sete a dez anos para trabalhar, já que o grupo tem projetos de infraestrutura de longo prazo. Apesar do tombo, Eike mantém um discurso calibrado de que não é pessimista em relação ao futuro do grupo, que soma duas empresas em recuperação judicial, a OGX e a OSX (ainda em vias de aprovação do processo), além de ter vendido outras companhias e outros ativos. A LLX, de logística, foi rebatizada como Prumo, tendo passado às mãos da americana EIG; a MPX, de energia, rebatizada como Eneva, tem a alemã E.ON. como sócia majoritária. — O foco é reerguer o negócios. Não dá para investir em novas frentes. Estamos nos recuperando. Os investidores estrangeiros encaram esse movimento como natural. Ironicamente, o empresário que sempre afirmou acreditar no país, vê agora a maior parte de seus negócios passarem para as mãos de investidores estrangeiros. Eike afirma segue trabalhando, sem jamais ter considerado a possibilidade de deixar o grupo ou o Brasil. Ontem, por determinação da Justiça, ele teve R$ 117 milhões em ativos bloqueados. — Fui educado como um jovem de classe média. E a gente não perde isso — afirmou.
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