sexta-feira, 29 de abril de 2016

O livro sagrado é a Constituição, que o PT não assinou, lembra jurista

Conhecida pelo seu temperamento forte, a jurista Janaína Paschoal se emocionou ao sacudir um exemplar da Constituição, chamando-o de “livro sagrado”. Logo no início de sua explanação, pediu que não a chamassem mais de “tucana” e afirmou que o país estava mal justamente porque a oposição é “fraca”.

Antes de sua exposição, alongou-se no plenário e logo no início da fala, pediu desculpas pela voz, mas ressaltou que não estava com “gripe suína”. Ela ainda arrancou risos quando disse que não era “pastora ou mãe de santo” e que não estava bêbada quando sacudiu a bandeira em evento em São Paulo que acabou viralizando nas redes sociais.

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