Em dez anos, pasta já identificou mais de 45 mil companhias envolvidas em irregularidades tributárias
Foto: reprodução/ Facebook Sefaz Ba

O CMO, pioneiro no Brasil, tem servido de modelo para outros estados interessados em aprimorar seus mecanismos de fiscalização digital. A ferramenta consegue identificar desde sonegadores contumazes, que repetidamente deixam de pagar impostos, até hackers fiscais, que criam empresas fictícias para fraudar o fisco. Além dos emissores de documentos falsos, os beneficiários dessas fraudes também são alvos do monitoramento.
Tecnologia
Desde sua criação, em julho de 2015, o CMO já tornou inaptas 46.073 empresas envolvidas em irregularidades tributárias. Segundo o diretor de Planejamento da Fiscalização da Sefaz-Ba, César Furquim, o recorde de 2024 foi impulsionado por aprimoramentos nos processos, melhorias nos sistemas de fiscalização e a inclusão de novos servidores na equipe de monitoramento.
Para o gerente de Monitoramento de Contribuintes, Alexandre Pedrosa, a tecnologia e a rapidez são essenciais para combater fraudes fiscais. “Trabalhamos com um sistema moderno de inteligência capaz de identificar e impedir a atuação dos hackers fiscais em curto espaço de tempo. O cruzamento de dados é feito rapidamente, e a inscrição estadual é cancelada tão logo a fraude seja constatada”, explica.
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