segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Dilma vira centro de ataques de candidatos em debate tenso na TV Record

Em uma palavra, a definição do penúltimo debate presidencial desta campanha, realizado na noite deste domingo na TV Record, é nervosismo. Tanto os principais candidatos ao Palácio do Planalto como os de siglas menores travaram embates duros entre si, marcados pelos pedidos de direito de resposta, e demonstraram certa tensão na falta de controle do próprio tempo - raros foram os momentos em que as respostas foram concluídas sem interrupção dos mediadores do programa. Líder nas pesquisas e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT) foi o alvo preferencial de Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB), que também procurou atingir a segunda colocada nos levantamentos. Enquanto os adversários tentavam ligar a petista aos escândalos na Petrobras, a própria candidata à reeleição recorreu ao tema a fim de colar o rótulo de “privatista” ao tucano. Até os nanicos Eduardo Jorge (PV) e Luciana Genro (PSOL) travaram embate particular que imediatamente repercutiu nas redes sociais, assim como respostas inusitadas de Pastor Everaldo (PSC) e Levy Fidelix (PRTB). O cenário da disputa, a seis dias do 1.º turno, ajuda a explicar o nervosismo, assim como as regras do debate, com duas rodadas de perguntas entre candidatos logo no primeiro bloco, como havia ocorrido dois dias antes, com os candidatos a governador de São Paulo, e outra rodada depois das perguntas feitas pelos jornalistas. A organização foi acionada quatro vezes por Dilma e uma por Marina para conceder direitos de resposta: a petista obteve uma única permissão para rebater o Pastor Everaldo. O tucano não fez pedidos desse tipo.  
CPMF: 
Leia mais...

Nenhum comentário:

Postar um comentário