segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Você propaga ódio na internet?

Se sim, Facebook, Twitter e afins não querem mais que você poste nas redes sociais
Por Filipe Vilicic,
Dizia Umberto Eco: “As mídias sociais deram o direito à fala a uma legião de imbecis que, anteriormente, falavam só no bar, depois de uma taça de vinho, sem causar dano à coletividade. Diziam imediatamente a eles para calar a boca, enquanto agora eles têm o mesmo direito à fala que um ganhador do Prêmio Nobel”. A constatação do genial escritor italiano, morto em 2016, se traduz no agora popular termo “discurso do ódio”. Nos vilões raivosos da web que espalham máximas racistas e misóginas, ameaças a outras pessoas, bullying etc. Seres que, usualmente, ainda se apoiam na própria covardia para tal. Pois a internet concedeu a possibilidade, inédita na história, de agredir a outros indivíduos de forma completamente anônima. Xinga-se, fala-se em morte, decreta-se a condenação alheia, sem se sair de trás do teclado do smartphone, protegido pela cortina digital proporcionada pelas redes sociais. Contudo, tudo indica que neste ano começaram a aparecer soluções para detectar esses odiosos, os “haters”, da internet. Mais que isso, para expulsá-los dos ambientes nos quais tanto gostam de destilar maldade, as redes sociais. Leia Mais »

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