Foto: Reprodução / Achei Sudoeste

Segundo o relato do médico plantonista aos militares do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM), a mulher deu entrada no hospital em busca de assistência para o filho. Impaciente com a espera, ela passou a exigir prioridade absoluta.
Quando os funcionários tentaram explicar os protocolos de triagem e atendimento da unidade, a suspeita perdeu o controle. A partir daí, iniciou-se uma série de ofensas e xingamentos de baixo calão contra os profissionais de saúde.
Após a discussão, a mulher deixou o local de forma agressiva, batendo as portas do hospital, e desapareceu. O Centro Integrado de Comunicações (Cicom) acionou a Polícia Militar, que enviou uma viatura imediatamente para o local.
Os policiais realizaram rondas e buscas por toda a região periférica do hospital, porém, a autora das ofensas não foi localizada.
A equipe médica e os funcionários foram orientados pelos policiais a comparecerem à Delegacia Territorial (DT) para registrar formalmente o boletim de ocorrência. O caso agora segue sob a responsabilidade da Polícia Civil, que investigará o crime de desacato.
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