Rubro-negro enfrentará obrigatoriamente um clube do pote 1, que reúne gigantes do futebol brasileiro

A divisão dos potes segue o critério do ranking nacional de clubes. Como ocupa a 20ª colocação, o Vitória ficou fora do grupo dos 16 melhores e, consequentemente, não conseguiu vaga no pote 1, reservado às equipes mais fortes da competição.
Estar no pote 2 coloca o Vitória diante de um cenário desafiador: todos os possíveis adversários são clubes de grande expressão nacional.
Entre os times que podem cruzar o caminho do Leão estão:
Flamengo
Corinthians
Palmeiras
Atlético-MG
São Paulo
Fluminense
Botafogo
Athletico-PR
Bahia
Vasco
Cruzeiro
Grêmio
Fortaleza
Internacional
Red Bull Bragantino
Santos
Ou seja: é aquele típico “não tem jogo fácil”, Literalmente qualquer sorteio já vira um teste de fogo.
A quinta fase da Copa do Brasil contará com 32 clubes, sendo 20 que entram diretamente (caso dos times da Série A) e outros 12 classificados das fases anteriores.
Os confrontos serão definidos por sorteio, com duelos em ida e volta, e também com mando de campo sorteado. Diferente das fases iniciais, aqui o nível técnico sobe bastante, e os detalhes passam a decidir classificações.
Mesmo antes de entrar em campo, o Vitória já garante uma cota significativa pela participação nesta fase, com valores na casa dos R$ 2 milhões.
Mas mais do que o dinheiro, avançar significa ganhar fôlego esportivo e financeiro, além de encarar menos pressão nas fases seguintes, quando o chaveamento fica aberto e qualquer confronto pode acontecer.
Agora, toda a atenção do clube e da torcida se volta para o sorteio da CBF, que ainda não teve data confirmada. A definição do adversário será crucial para medir o tamanho do desafio rubro-negro na competição.
O cenário é claro: independente de quem vier, o Vitória vai precisar jogar no nível máximo desde o primeiro confronto. Porque, nessa fase da Copa do Brasil… não existe caminho tranquilo.
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