Embarcação levava 305 pessoas do Djibuti ao Iêmen; entre as vítimas estão pelo menos 15 crianças, segundo a Organização Internacional para as Migrações
Imagem que mostra barcos utilizados por migrantes e apreendidos pela guarda costeira tunisiana, em Sfax, na Tunísia, em 26 de abril de 2023. REUTERS/Jihed Abidellaoui • REUTERS

Pelo menos 139 migrantes, incluindo ao menos 15 crianças, morreram e cerca de 84 estão desaparecidos após uma embarcação com mais de 300 pessoas naufragar durante a travessia do Djibuti para o Iêmen, informou neste domingo (11) a Organização Internacional para as Migrações (OIM), agência das Nações Unidas.
O barco transportava 305 pessoas e virou nas proximidades de Guhere, ao norte de Obock, cidade portuária do Djibuti, durante a noite de 8 para 9 de outubro, segundo a OIM, que citou relatos de sobreviventes.
Cerca de 82 pessoas sobreviveram ao naufrágio, informou a organização. Um porta-voz do governo da Etiópia não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário.
Fotografias divulgadas pela agência da ONU mostram sandálias e tênis desgastados levados pela água até a costa.
“Nossas equipes estão no local, ao lado das autoridades locais, para prestar assistência emergencial”, afirmou Alexandre Coissac, chefe da missão da OIM no Djibuti.
“Esta tragédia é um lembrete contundente dos perigos enfrentados pelos migrantes ao longo deste corredor migratório enquanto buscam oportunidades econômicas”, acrescentou. Mais na cnnbrasil
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