Foto: Gustavo Moreno e Victor Piemonte / STF

Segundo o g1, a cópia do aparelho apreendido na Operação Compliance Zero, que apura esquemas de fraude envolvendo a instituição financeira, reúne cerca de 500 gigabytes (GB) de dados, distribuídos em pastas com registros de chamadas, áudios e trocas de mensagens.
O volume de arquivos disponibilizado aos gabinetes de diversos ministros da Corte foi processado por meio do software de perícia IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais), utilizado pelos peritos federais para estruturar as buscas e recuperar conteúdos apagados do dispositivo.
Até o envio dos documentos, os magistrados relataram que falhas no acesso ou possíveis defeitos nas mídias físicas entregues impediram a análise do acervo. A Polícia Federal colocou equipes técnicas à disposição para solucionar os problemas de leitura das mídias e garantir o andamento do exame das provas pelos gabinetes do Supremo.
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