Foto: Reprodução/Dan Riskin/CC BY
Lewis acreditava que beber sangue o transformaria em vampiro e o impediria de ir para o inferno. Entre fevereiro e agosto de 2025, ele deixou ovelhas, veados e outros animais mortos em templos religiosos, muitas vezes acompanhados de cruzes invertidas e cartas de tarô. Um cordeiro chegou a ser crucificado no alto de uma igreja. Outro foi abandonado sobre o púlpito, e um terceiro apareceu perto de uma imagem de Maria.
A polícia de Hampshire classificou o caso como o mais incomum da carreira da investigadora responsável. "Ele acreditava que, se bebesse sangue suficiente, não iria para o inferno, não morreria e se tornaria um vampiro", afirmou a policial Jessica Surman. Moradores ficaram tão assustados que deixaram de frequentar as igrejas atingidas.
A investigação começou depois que animais mortos passaram a aparecer em locais religiosos. Algumas ocorrências coincidiam com datas do calendário satânico. Lewis foi identificado após vestígios de DNA serem encontrados nos restos de um cordeiro. Durante a busca em sua casa, os policiais acharam desenhos de vampiros, anotações sobre rituais e referências ao consumo de sangue.
O histórico do britânico começou na adolescência. Aos 13 anos, ele deixou um sapo morto dentro de uma igreja. Em 2003, foi detido após aterrorizar um vigário e declarou ser um vampiro. Mais informações no Bra1.
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